Mas estou cego! pois dei meus olhos a ti.
Me perdi dentro do seu peito, e hoje não tem jeito não sei como partir.
E como eu farei quando perguntarem aqui fora?
O que eu respondo a platéia de nossa historia?
Estou cego e perdido, me imagino chorando e aflito, por fim na minha cama acho alento, e nos lençóis enxugo às lagrimas que estão aqui dentro.
Desculpe, eu não posso ir embora, porque nem o inconstante tempo tem a resposta em seu tempo para mim.
Nem o tempo sabe quanto tempo leva, para o tempo esquecer um amor.
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