segunda-feira, 14 de março de 2016

O Título que pouco importa, o sol estava lindo e ela também

  Ainda havia sol, não muito, aquele vermelho de fim de tarde, você sabê do que estou falando? consegue imaginar? sabe quando o sol se põem em uma total graça que todo mundo para pra olhar? consegue imaginar isso leitor? pois é, era um dia desses. Céu avermelhado e ele se pondo ao longe.
  Ela me viu primeiro, eu estava distraído com o entardecer e ela chegou de repente por trás, me abraçou e me deu um leve susto, virei e sorri, mas logo desfiz o sorriso, ela sorria junto e o dela, meu deus do céu o sorriso dela! bem, deixo a parte imaginativa para você que lê, mas saber que ela sorria no meio de um entardecer avermelhado com um ar de felicidade em me ver, ora vamos lá, quem não fica feliz com isso? Eu. Fiquei nervoso, demorei a me acostumar com a ideia, perdi um pouco a faculdade da fala, vale notar leitor, eu não era tímido, era alguma coisa naquele sorriso, eu tenho certeza! A voz voltou com o tempo, mas não antes de um belo e breve silencio que serviu para eu admirá-la.
  Iriamos andar pela orla, esperar ate que o sol terminasse seu show, iriamos comer alguma coisa também, e depois eu não sei, e não é um eufemismo nem estou dissimulando, você não verá exageros nesse texto!!!!! eu não fazia ideia, mas de nós dois, a que morava mais perto era ela.
  Obviamente a lua não iria ficar para trás, surgiu ao fundo com um esplendor que chega lacrimeja os olhos dos mais sensíveis ao espetáculo. Era cheia, em um céu de poucas nuvens. Pularei um pouco, a tarde e noite na orla não é o motivo do texto senhores, o que se seguiu foi bem mais intenso, espero que entendam quando eu desandar a tacar virgulas, também respiro enquanto escrevo, também lembro, também tenho que recuperar o folego, e a intensão daqui para frente é que você também precise, desculpe se falhar, mas tentarei.
  Como eu disse antes, e me desculpe a introdução longa, ela morava mais perto, e ela sabia disso, morava com a tia em em apartamento a uns 20-30 minutos de onde estávamos, me chamou para passar a noite, não, eu não queria passar a noite, ser entrevistado pela tia em um segundo encontro, desejei desesperadamente minha casa! mas ela sorriu, maldito sorriso!! porque você sorriem quando pedem algo? soa como uma ordem!!!
  Como o acaso é generoso as vezes não acham? ou como o medo te cega para alguma coisas, a tia não fez muitas perguntas, na verdade perguntou meu nome e se estava com fome, não me pareceu ofensivo, mas recusei a comida,nos retiramos para o quarto, a tia ficou vendo TV na sala, ela disse que provavelmente estaria lá ainda ao amanhecer, que eu não me preocupasse.
  Eu não sabia, mas eu tinha sido escolhido, ela tinha um plano, o plano era eu! o nervoso me deixou vermelho, maldita cor dos infernos! me denuncia ao primeiro suspiro mais baixo, ao primeiro murmuro de "se acalme" o que você faz? obviamente isso, acertou! você fica todo vermelho!!!!
   Pisquei, e quando o nervoso passou ela estava de sutiã e calcinha e eu de camisa e cueca, na cama.Espere, não é justo com vocês, escrevi tanto e vou pular pra cima da cama? segurem a imagem, eu nem disse como ela era ainda!! vamos voltar um paragrafo, talvez eu apague esse, talvez eu deixe, vai depender do meu humor!
  Fiz a única coisa que me pareceu obvia quando fiquei vermelho, beijei-a, sabe, o nervoso a gente trata com mais nervoso, uma hora ele cansa e vai embora, e foi o que fiz, beijei ela loucamente.Não podíamos fazer barulho, a tia estava na sala como você sabe, mas o barulho dos lábios não dá pra abafar, e como eram barulhentos, ao passar minutos preciosos meu nervoso foi passando, segurei nos cabelos morenos dela, eram lisos, mas nem tanto, não consigo explicar, não foi o que me foquei ok!?foram nos olhos! grandes bolas negras, estavam fechados claro, como os meus, mas eu conseguia vê-los, eram lindos, a cada segundo ficávamos mais soltos, empolgados, arriscado! um barulho, um movimento em falso e a tia apareceria para me castrar, e estávamos apenas nos beijando, por hora...
  Passei a mão por entre seus cabelos e puxei, a essa hora eu já não estava nem um pouco nervoso, eu sabia como fazer, o que fazer, e o que faria, planejei enquanto nos beijávamos, ao puxar um suspiro, eu sorri, dessa vez dissimulado, como quem se dá por satisfeito com o resultado, ela me olhou com a cabeça reclinada com a força do puxão, a boca entreaberta, como quem me chama,um convite para continuar, beijei-a de novo, ela ainda estava vestida e eu também, mas estávamos grudados, inseparáveis, as mãos dela não sabiam o que fazer primeiro, se me arranhavam por baixo da camisa, se me apertavam, se escorregavam para dentro da minha calça, as minhas, eu tinha sobre controle, enquanto uma pressionava o cabelo com a força que beirava a linha da dor e do tesão, a outra a sufocava, não existia um barulho aparente, mas ela gritava por dentro, e isso me deixava louco.
  Voltemos ao paragrafo da cama, eu não parei de beija-la, foi ela quem, sutilmente, sugeriu nos livrarmos das roupas, abriu a fivela do meu cinto, tão rápida e desesperada quanto eu à estava beijando, tão empolgada como quanto eu estava enquanto sentia seu corpo e sua língua grudada à minha.Tirou minha calça no mesmo instante em que eu arranquei o vestido dela, com o puxão ela ensaiou um grito abafado, fui rápido e voei com a mão para sua boca, sufoquei ela e fiz um sinal de silencio, ela não podia gritar, ela suplicou com os olhos por desculpas, eu desculpei, eu teria jogado ela na cama, mas faria barulho, desculpem por isso, o texto ficaria lindo se assim fosse, mas eu disse que seria apenas a verdade, a conduzi para cama ainda segurando sua mão, fiz com que se sentasse e em seguida com que se deitasse, sem perder os olhos dela e sem retirar a mão de sua boca, deitados, eu por cima sentindo o respirar e o nervoso dela. Me aproximei de seu rosto, não sei aonde eu vi aquilo, mas eu usaria, me aproximei de sua orelha, usei minha língua para acompanhar as curvas da orelha dela, assoprei aonde estava úmido, achei as costas da orelha, beijei ali também, desci um pouco para o cangote,minha língua queria sentir  tudo, eu desejava tudo, e ela não menos que tudo queria também, voltei ao ouvido dessa vez para lhe falar:
  - Faça qualquer barulho e eu paro seja lá o que eu estiver fazendo.
  Tão rápido quanto falei eu desci, beijei o pescoço, retirei o sutiã e encontrei os seios dela, lindos, não eram os maiores, nem os menores, mas eram lindos, perfeitos, quase como um animal eu queria voar neles, mas me segurei, eu precisava dar ritmo ou o plano não funcionaria, passei o dedo entre eles, com a língua devagar eu fui me aproximando, ela já estava raspando a unha no edredom, bufando e surrando, apenas com a língua, não tinham lábios ainda, eu encostei no bico de seu peito esquerdo, e apenas para provocar, tão rápido como tinha sido com a língua eu assoprei, droga, esqueci de falar que eu estava com uma bala na boca, o hortelã, quase estragou tudo, ficou gelado e ela gritou, um grito seco, daqueles que você não segura, eu parei, como prometido! ela me olhou com um olhar de súplica como quem implora por perdão, ela mesmo  pois a  mão na boca e ficou ali me olhando, como quem pede para eu continuar, é claro eu aproveitei o momento, adorei sua expressão de desespero, eu queria ir além, fiz para que tirasse a mão da boca, me aproximei de novo de seu ouvido e murmurei:
  - Por favor! peça por favor!
  - Por favor,por favor, por favor! - em meios a respirações ofegantes e interminável agitação, eu não sei aonde eu apertei, mas eu tinha ligado alguma coisa nela, e eu gostei.
  - Que não se repita! - lembro de ter dito isto antes de voltar, louco que eu também estava, porém como um mestre do disfarce, demorei-me nos seios dela até que ela perdesse o controle das mãos, agora eu a sentia, cravou as unhas nas minhas costas e puxou minha camisa com a mesma força que retirei seu vestido, quando eu vi, ela já não respirava, ela bufava com um brilho nos olhos de como quem diz "por que está me olhando? volte pra lá! eu não fiz barulho fiz!?" respeitei o olhar dela, e ainda sorrindo comecei minha descida.
  Não sei se da para descrever, ao sentir as unhas dela, agarradas, foi minha vez de abafar um arrwww!! ao sentir ela me arranhar, me deu uma força, acho que o sexo com ódio tem suas vantagens! Eu acelerei até sua buceta, eu não queria outra coisa, mas me contive, beijei com calma os lados, enquanto sentia ela, as unhas dela, o cheiro e apreciava a vista privilegiada, empurrei uma das pernas para os lados, minhas mãos que antes acompanhavam a descida, grudaram em suas coxas, eu estava disposto a disputar força, ela arranharia e eu apertaria na mesma proporção, e assim foi, enquanto eu sentida, única e exclusivamente com a língua sua buceta encher minha boca, ela estava molhada e eu dolorido, os arranhões estavam mais fortes, eu estava mais rápido, ela envergou o corpo e mordeu a primeira coisa próxima enquanto eu que agora abria mão da disputa de força, usava uma das mãos para apertar sua coxa enquanto a outra ajudava com os dedos os espaços que a língua não chegava, ela achou um travesseiro e quando achou que ia gritar mordeu, com força, sei que foi com força porque ela grafou as unhas com tamanha força que eu sabia que sangraria, jogou seu pescoço para trás, eu preocupado com ela, o barulho dela as unhas dela, o tesão dela, a sincronia e com o gosto, que era maravilhoso, eu poderia continuar a historia, continuar ali, aonde eu estava, com a vista que eu estava, mas eu fiz um juramento, o de ser verdadeiro.... Ao notar que não tinha mais como segurar, ela ignorou a lei do silencio, socou a cama com uma das mãos enquanto me apertava não com a mão livre, que tinha sido substituídas pelas pernas,que  como quem diz "não sai dai!" me enroscou em um movimento involuntário, com uma das mãos puxou o travesseiro e gritou, um grito alto e longo, daqueles que não se tem dúvida, ela ouviu! a tia gritou de volta alguma coisa, só lembro de ter ouvido um "nada não" gritado por ela em resposta, nos vestimos tão rápido quando nos despimos, a tia subiu e estávamos vermelhos, cansados e ofegantes, ela entrou no quarto, mandou que não fecha-se a porta e saiu, rimos, rimos mais, e continuamos, dessa vez, com mais maldade, mais perversidade e senhores, era a vez dela se vingar.. imaginem ai, porquê eu, cansei de escrever, prefiro sentir, como senti aquele dia.

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